Uma boa avaliação não se limita a apontar procedimentos. Ela considera o que a pessoa deseja preservar, quais mudanças seriam bem-vindas e quais escolhas combinam com a rotina e o momento atual.
Também é a hora de falar sobre histórico, uso de medicamentos, tratamentos anteriores e dúvidas. Com essas informações, a orientação fica mais segura e o plano, mais coerente.